O facto de ter falado com alguém entendido, a minha psicóloga, deixou-me menos tensa, mais confiante no futuro.
Falei de muitos assuntos, na minha ânsia de descarregar o que me inquieta cá dentro e ouvi também muitas coisas.
Ouvi: "ninguém é perfeito"!
Sim. Agora comecei a tomar consciência que não há pessoas perfeitas.
Que não sou perfeita.
Mas quem quer ser imperfeito?!
As exigências da sociedade não passam por termos defeitos e limitações.
Para termos sucesso e sermos aceites nesta selva competitiva, acreditava eu, que tinha que ter uma vida perfeita! Imaginei que só eu tinha uma vida bem dificíl, em relação às outras pessoas. De certa forma até tenho. Tudo é a pulso e completamente sózinha, sem retaguarda, sem ninguém que me possa ajudar em alturas mais complicadas, como a que estou a passar agora.
Nunca me permiti falhar e penalizava-me bastante quando assim não acontecia. Não podia transparecer falhanços, medos e inseguranças. Nunca partilhei as minhas preocupações.
Nem pensar!!
Via as barbies e os kens todos lindos, maravilhosos nas suas vidas perfeitas.
Eu não sou a barbie. Sou antes o modelo mais pobre e da gama mais baixa, mas não queria ficar atrás nessa historieta de "vidas perfeitas".
E chorar?!
Nem pensar!!
Barafustar, argumentar muito menos.
Isso não é requisito de perfeição neste mundo e muito menos no do trabalho!
E principalmente onde eu ambicionava entrar.
Decidi fingir então, quando finalmente consegui alcançar a grande entrada profissional.
Uma capa para a Miss!
Não foi nem trono nem coroa que conquistei, mas sim uma cadeira bem instável.
Trabalho!
Dedico-me!
Esforço-me!
Fui recompensada?
Claro que não.
Mas então o que está errado em tanto sacrifício?!
Depois de tanto pensar, é no sacrifício que está a resposta. Tudo o que sai fora do âmbito do prazer, da satisfação, não pode ser recompensa, nem para mim, nem pelos outros.
É visto talvez como submissão, como falta de personalidade!
E personalidade eu sei que tenho.
Mas errei nesta busca. Forças e energias mal rentabilizadas e mal direccionadas!
E qual é o problema afinal de não se ser perfeito?!
É bem mais fácil ser-se livre... e ser imperfeita na perfeição!
No entanto sempre senti no pescoço o aço do machado e a pressão de ser quem não sou...
Permiti-me ser destruída por alguém que nunca valeu a pena.
Um dia destes explico tudo.
FILHA LEONOR - O MEU BEM MAIS PRECIOSO!!
O MEU BEM MAIS PRECIOSO.
SE HA QUEM ME FAZ MOVER MONTANHAS
E
ENFRENTAR
FERAS
TEMPESTADES
TORMENTAS
MALDADES
GUERRAS
ESTUPIDEZ HUMANA
IMPOTENCIA
FALSOS PURITANISMOS
MENTIRAS
HIPOCRISIAS
PEDOFILOS
MULHERES MENTALMENTE DESIQUILIBRADAS
ARTIMANHAS
TRAICOES E AFINS
É O MEU BEM MAIS PRECIOSO.
DE QUEM ME ORGULHO
A QUEM RESPEITO
A QUEM ENTREGO TODO O MEU AMOR
A QUEM ME DEDICO DE CORPO E ALMA
QUE EU DEFENDO E PROTEJO COMO UMA LEOA A SUA CRIA.
E TUDO SABEM PORQUE?
PORQUE TENHO O DIREITO
DIVINO E ANIMAL DE PROTEGER O MEU BEM MAIS PRECIOSO.
SE HA QUEM ME FAZ MOVER MONTANHAS
E
ENFRENTAR
FERAS
TEMPESTADES
TORMENTAS
MALDADES
GUERRAS
ESTUPIDEZ HUMANA
IMPOTENCIA
FALSOS PURITANISMOS
MENTIRAS
HIPOCRISIAS
PEDOFILOS
MULHERES MENTALMENTE DESIQUILIBRADAS
ARTIMANHAS
TRAICOES E AFINS
É O MEU BEM MAIS PRECIOSO.
DE QUEM ME ORGULHO
A QUEM RESPEITO
A QUEM ENTREGO TODO O MEU AMOR
A QUEM ME DEDICO DE CORPO E ALMA
QUE EU DEFENDO E PROTEJO COMO UMA LEOA A SUA CRIA.
E TUDO SABEM PORQUE?
PORQUE TENHO O DIREITO
DIVINO E ANIMAL DE PROTEGER O MEU BEM MAIS PRECIOSO.
AOS MEUS VERDADEIROS AMIGOS!
QUERO QUE SAIBAM QUE VOS ADORO
QUE VOS AMO MUITO.
AO LONGO DESTES ANOS FUI CONHECENDO MUITASPESSOAS.
UMAS FICARAM
OUTRAS PARTIRAM
ALGUMAS FORAM ESQUECIDAS
OUTRAS NEM QUERO LEMBRAR.
MAS OS MEUS VERDADEIROS AMIGOS
ESTAO COMIGO TODOS OS DIAS
NO MEU CORACAO.
QUEM CONSEGUE ESQUECER PESSOAS TAO MARAVILHOSAS E ESPECIAIS
COMO VOCES?
EU NAO!
TODOS SAO ESPECIAIS DE DIVERSAS FORMAS
TODOS ME PREENCHEM E AQUECEM
TODOS FAZEM PARTE DA MINHA VIDA.
NAO QUERO DEIXAR DE REGISTAR O QUE SINTO.
ELES SABEM A IMPORTANCIA QUE TEM PARA MIM E PARA O MUNDO.
PORQUE AS PESSOAS MUITO IMPORTANTES PERMANECEM PARA SEMPRE.
AQUI
ALI
ONTEM
HOJE
AMANHA
NO TEMPO
NO ESPACO
NO CALOR
NO FRIO
NA ALMA
NA ESSENCIA
NA CHUVA MIUDINHA
NA TERRA
NO CORACAO
NUM RAIO DE LUZ
NA ETERNIDADE.
ADORO VOS A TODOS
SINTO MUITO A VOSSA FALTA.
BEIJO DO TAMANHO DO MUNDO...
QUE VOS AMO MUITO.
AO LONGO DESTES ANOS FUI CONHECENDO MUITASPESSOAS.
UMAS FICARAM
OUTRAS PARTIRAM
ALGUMAS FORAM ESQUECIDAS
OUTRAS NEM QUERO LEMBRAR.
MAS OS MEUS VERDADEIROS AMIGOS
ESTAO COMIGO TODOS OS DIAS
NO MEU CORACAO.
QUEM CONSEGUE ESQUECER PESSOAS TAO MARAVILHOSAS E ESPECIAIS
COMO VOCES?
EU NAO!
TODOS SAO ESPECIAIS DE DIVERSAS FORMAS
TODOS ME PREENCHEM E AQUECEM
TODOS FAZEM PARTE DA MINHA VIDA.
NAO QUERO DEIXAR DE REGISTAR O QUE SINTO.
ELES SABEM A IMPORTANCIA QUE TEM PARA MIM E PARA O MUNDO.
PORQUE AS PESSOAS MUITO IMPORTANTES PERMANECEM PARA SEMPRE.
AQUI
ALI
ONTEM
HOJE
AMANHA
NO TEMPO
NO ESPACO
NO CALOR
NO FRIO
NA ALMA
NA ESSENCIA
NA CHUVA MIUDINHA
NA TERRA
NO CORACAO
NUM RAIO DE LUZ
NA ETERNIDADE.
ADORO VOS A TODOS
SINTO MUITO A VOSSA FALTA.
BEIJO DO TAMANHO DO MUNDO...
A FAMÍLIA...
SEMPRE OUVI DIZER QUE A FAMÍLA NÃO SE ESCOLHE!!!
POIS NÃO. DE FACTO É MESMO VERDADE!!
NÃO POSSO DIZER QUE TENHO A MELHOR FAMÍLIA DO MUNDO. ESTARIA A MENTIR. HÁ PESSOAS MUITO MÁS. MAS AINDA BEM QUE ELAS EXISTEM. FICO A VALORIZAR AS PESSOAS QUE SEMPRE ME AMARAM E SOUBERAM CUIDAR DE MIM. PESSOAS EXCELENTES, MARAVILHOSAS E ÚNICAS.
INFELIZMENTE ESSAS PESSOAS, AS MAIS IMPORTANTES DA MINHA VIDA, JÁ FALECERAM, MAS NUNCA SÃO ESQUECIDAS: O MEU QUERIDO PAI (FERNANDO), OS MEUS QUERIDOS AVÓS MATERNOS (ANA E JOAQUIM) E A MINHA TIA-AVÓ BERNARDA.
NÃO SE ESCOLHE A FAMÍLIA, MAS PODE-SE ESCOLHER CONVIVER OU NÃO COM ELA. E EU ESCOLHI. PORQUE ENTRE SOFRER HORRORES NAS MÃOS DE QUEM NÃO NOS RESPEITA E NÃO NOS AMA E SER-SE SÃO MENTALMENTE, EU ESCOLHI SER SÃ.
E DEPOIS EU TENHO TANTA FAMÍLIA. AS MEMÓRIAS DE QUEM JÁ PARTIU E ME DEIXOU A MAIOR DAS HERANÇAS: VALORES!!! E OS MEUS AMIGOS/MANINHOS.
SOU ABENÇOADA POR DEUS!!
PORQUE NADA ACONTECE POR ACASO E FOI-ME DADA A OPORTUNIDADE DE CRESCER ESPIRITUALMENTE E VALORIZAR AS RIQUEZAS DA VIDA, QUE NÃO PASSAM POR DINHEIRO E ILUSÕES.
FAMÍLIA...
SOMOS NÓS QUE A CONSTRUÍMOS E PRESERVAMOS.
E EU PREZO A MINHA FAMÍLIA SUPER ESPECIAL.
ONDE EXISTE AMOR INCONDICIONAL E ONDE EU SEI QUE ENCONTRO BRAÇOS DE CARINHO ABERTOS PARA ME RECEBEREM, OMBROS PARA ME APOIAR E ONDE SOU OUVIDA.
OBRIGADA A MINHA GRANDE FAMÍLIA ESPALHADA POR TODOS OS CANTOS DO MUNDO!!!
POIS NÃO. DE FACTO É MESMO VERDADE!!
NÃO POSSO DIZER QUE TENHO A MELHOR FAMÍLIA DO MUNDO. ESTARIA A MENTIR. HÁ PESSOAS MUITO MÁS. MAS AINDA BEM QUE ELAS EXISTEM. FICO A VALORIZAR AS PESSOAS QUE SEMPRE ME AMARAM E SOUBERAM CUIDAR DE MIM. PESSOAS EXCELENTES, MARAVILHOSAS E ÚNICAS.
INFELIZMENTE ESSAS PESSOAS, AS MAIS IMPORTANTES DA MINHA VIDA, JÁ FALECERAM, MAS NUNCA SÃO ESQUECIDAS: O MEU QUERIDO PAI (FERNANDO), OS MEUS QUERIDOS AVÓS MATERNOS (ANA E JOAQUIM) E A MINHA TIA-AVÓ BERNARDA.
NÃO SE ESCOLHE A FAMÍLIA, MAS PODE-SE ESCOLHER CONVIVER OU NÃO COM ELA. E EU ESCOLHI. PORQUE ENTRE SOFRER HORRORES NAS MÃOS DE QUEM NÃO NOS RESPEITA E NÃO NOS AMA E SER-SE SÃO MENTALMENTE, EU ESCOLHI SER SÃ.
E DEPOIS EU TENHO TANTA FAMÍLIA. AS MEMÓRIAS DE QUEM JÁ PARTIU E ME DEIXOU A MAIOR DAS HERANÇAS: VALORES!!! E OS MEUS AMIGOS/MANINHOS.
SOU ABENÇOADA POR DEUS!!
PORQUE NADA ACONTECE POR ACASO E FOI-ME DADA A OPORTUNIDADE DE CRESCER ESPIRITUALMENTE E VALORIZAR AS RIQUEZAS DA VIDA, QUE NÃO PASSAM POR DINHEIRO E ILUSÕES.
FAMÍLIA...
SOMOS NÓS QUE A CONSTRUÍMOS E PRESERVAMOS.
E EU PREZO A MINHA FAMÍLIA SUPER ESPECIAL.
ONDE EXISTE AMOR INCONDICIONAL E ONDE EU SEI QUE ENCONTRO BRAÇOS DE CARINHO ABERTOS PARA ME RECEBEREM, OMBROS PARA ME APOIAR E ONDE SOU OUVIDA.
OBRIGADA A MINHA GRANDE FAMÍLIA ESPALHADA POR TODOS OS CANTOS DO MUNDO!!!
Eu amo demais... e não quero nada disto!!!
Eu amo demais... e não quero nada disto!!!
"As mulheres que sofrem de dependência afectiva são conhecidas como "Mulheres que Amam Demais", devido ao livro de Robin Norwood com o mesmo nome. "Amar demais" tem o sentido de amar excessivamente, de forma doentia, controladora e obsessiva. Como diz a sinopse do livro “Para algumas mulheres, amar é sempre sinónimo de sofrer. As mulheres que amam demais são atraídas por homens perturbados, distantes, temperamentais e ignoram os “bons rapazes”, que consideram aborrecidos. Põem de parte amigos e interesses para estarem sempre disponíveis para ele. Sentem-se vazias sem ele, muito embora estar com ele seja um tormento.“
Embora as mulheres sejam afectadas em maior número, esta é uma doença dos dois sexos que não exclui os Homens.
Amar demais ou co-dependência são sinónimos, embora o termo co-dependência muitas vezes seja associado às pessoas que mantém relacionamentos com alcoólicos e toxicodependentes.
Normalmente um dependente de relacionamentos cresceu numa família disfuncional, onde as suas necessidades emocionais não foram atendidas. Quando era criança recebeu pouca atenção e para tentar diminuir sua carência tornou-se uma pessoa altruísta, que dá aos outros mais do que lhe é pedido, esperando receber em troca o carinho de que necessita. Como não foi capaz de transformar os seus pais em pessoas mais carinhosas e atenciosas, inconscientemente procura um parceiro pouco atencioso e emocionalmente indisponível, que tenta mudar através do seu amor, repetindo assim o comportamento que tinha em criança.
Como não foi amado ou não aprendeu a amar de forma saudável repete o mesmo comportamento com o parceiro. É dependente do parceiro e da dor emocional que um relacionamento disfuncional lhe proporciona. Os dependentes de relacionamentos cresceram com esta dor e confundem-na com amor. Esta confusão, que ocorreu na infância, faz com que inconscientemente considerem que dor e amor são a mesma coisa e que por isso repitam o mesmo padrão de comportamento pelo resto da vida.
Com medo do abandono e acostumados à falta de amor nas relações pessoais, estão dispostos a perder o seu tempo, sonhos e metas para manter um relacionamentos que acaba por não ser satisfatório. Sua auto-estima é baixa. O co-dependente tem necessidade de controlar as pessoas e os relacionamentos, por medo de perda, por carência e por insegurança. Mas disfarça esse controle, colocando-se como uma pessoa prestativa, sempre pronta a ajudar.
Em vez de verem a situação real em que vivem, os co-dependentes idealizam os relacionamentos. Acabam por se envolver com pessoas cuja vida emocional é caótica, incerta e sofrida. Incapazes de se aperceber dos seus próprios problemas, procuram pessoas complicadas que precisem de sua ajuda e que tentam mudar.
Na sua visão deturpada da realidade, a mulher que ama demais acha "bonzinhos e chatos" os homens gentis, seguros e genuinamente interessados nela. Ela não aprendeu ainda a amar e a ser amada, só a sentir dor, por isso inconscientemente procura parceiros que a façam sofrer. Normalmente este processo está tão associado a um processo de negação tão grande que a própria pessoa dificilmente se apercebe do que está a acontecer.
Um relacionamento complicado pode gerar comportamentos co-dependentes numa pessoa que até então teve relacionamentos saudáveis. Nesse caso é possível que o tipo de comportamento adquirido seja transportado para os novos relacionamentos. Também há casos em que após um relacionamento com um co-dependente, a pessoa “sã” parece repetir o comportamento do antigo parceiro nas relações futuras. É por isso que se deve-se tomar algum cuidado para evitar repetir esses padrões de comportamento.
Existe cura, claro! Mas a cura consiste na aceitação da realidade e na modificação dos velhos hábitos e padrões de comportamento. É necessária muita coragem para assumir a situação e começar a mudar alguns dos nossos comportamentos. Talvez por isso muitas pessoas continuem durante anos sem o fazer. É fundamental criar a auto estima e o amor próprio e com isso melhorar os relacionamentos com os outros e connosco mesmo."
"As mulheres que sofrem de dependência afectiva são conhecidas como "Mulheres que Amam Demais", devido ao livro de Robin Norwood com o mesmo nome. "Amar demais" tem o sentido de amar excessivamente, de forma doentia, controladora e obsessiva. Como diz a sinopse do livro “Para algumas mulheres, amar é sempre sinónimo de sofrer. As mulheres que amam demais são atraídas por homens perturbados, distantes, temperamentais e ignoram os “bons rapazes”, que consideram aborrecidos. Põem de parte amigos e interesses para estarem sempre disponíveis para ele. Sentem-se vazias sem ele, muito embora estar com ele seja um tormento.“
Embora as mulheres sejam afectadas em maior número, esta é uma doença dos dois sexos que não exclui os Homens.
Amar demais ou co-dependência são sinónimos, embora o termo co-dependência muitas vezes seja associado às pessoas que mantém relacionamentos com alcoólicos e toxicodependentes.
Normalmente um dependente de relacionamentos cresceu numa família disfuncional, onde as suas necessidades emocionais não foram atendidas. Quando era criança recebeu pouca atenção e para tentar diminuir sua carência tornou-se uma pessoa altruísta, que dá aos outros mais do que lhe é pedido, esperando receber em troca o carinho de que necessita. Como não foi capaz de transformar os seus pais em pessoas mais carinhosas e atenciosas, inconscientemente procura um parceiro pouco atencioso e emocionalmente indisponível, que tenta mudar através do seu amor, repetindo assim o comportamento que tinha em criança.
Como não foi amado ou não aprendeu a amar de forma saudável repete o mesmo comportamento com o parceiro. É dependente do parceiro e da dor emocional que um relacionamento disfuncional lhe proporciona. Os dependentes de relacionamentos cresceram com esta dor e confundem-na com amor. Esta confusão, que ocorreu na infância, faz com que inconscientemente considerem que dor e amor são a mesma coisa e que por isso repitam o mesmo padrão de comportamento pelo resto da vida.
Com medo do abandono e acostumados à falta de amor nas relações pessoais, estão dispostos a perder o seu tempo, sonhos e metas para manter um relacionamentos que acaba por não ser satisfatório. Sua auto-estima é baixa. O co-dependente tem necessidade de controlar as pessoas e os relacionamentos, por medo de perda, por carência e por insegurança. Mas disfarça esse controle, colocando-se como uma pessoa prestativa, sempre pronta a ajudar.
Em vez de verem a situação real em que vivem, os co-dependentes idealizam os relacionamentos. Acabam por se envolver com pessoas cuja vida emocional é caótica, incerta e sofrida. Incapazes de se aperceber dos seus próprios problemas, procuram pessoas complicadas que precisem de sua ajuda e que tentam mudar.
Na sua visão deturpada da realidade, a mulher que ama demais acha "bonzinhos e chatos" os homens gentis, seguros e genuinamente interessados nela. Ela não aprendeu ainda a amar e a ser amada, só a sentir dor, por isso inconscientemente procura parceiros que a façam sofrer. Normalmente este processo está tão associado a um processo de negação tão grande que a própria pessoa dificilmente se apercebe do que está a acontecer.
Um relacionamento complicado pode gerar comportamentos co-dependentes numa pessoa que até então teve relacionamentos saudáveis. Nesse caso é possível que o tipo de comportamento adquirido seja transportado para os novos relacionamentos. Também há casos em que após um relacionamento com um co-dependente, a pessoa “sã” parece repetir o comportamento do antigo parceiro nas relações futuras. É por isso que se deve-se tomar algum cuidado para evitar repetir esses padrões de comportamento.
Existe cura, claro! Mas a cura consiste na aceitação da realidade e na modificação dos velhos hábitos e padrões de comportamento. É necessária muita coragem para assumir a situação e começar a mudar alguns dos nossos comportamentos. Talvez por isso muitas pessoas continuem durante anos sem o fazer. É fundamental criar a auto estima e o amor próprio e com isso melhorar os relacionamentos com os outros e connosco mesmo."
Pedi ajuda!!
O cansaço já não era só físico.
O cansaço era também psicológico, emocional.
Veio tudo em catadupa e senti-me incrívelmente perdida, sem saber mais o que pensar, o que fazer.
O caminho tornou-se de tal maneira penoso, que cheguei a duvidar de mim, insensatamente.
Mas deu-me a coragem para pedir ajuda.
Sózinha já não serei capaz de me organizar internamente. É um sofrimento medonho ter noção de determinadas realidades, ter noção de mim, do que de facto quero e não quero. Mas pior ainda tem sido partir para a acção.
Já há algum tempo que tenho vindo a despertar para o facto de me permitir ser egoísta. E depois da minha primeira consulta de psicoterapia, e de a minha Psicóloga me ter falado no livro "Mulheres que amam demais", revi-me nas palavras do texto. Revi como um filme o que tem sido a minha vida ao longo destes anos. Ultimamente já não me permitia deixar de estar com os meus amigos, ou controlar, porque até nem gosto nada que me controlem. Por isso não faço aos outros o que não gosto que me façam. Já não conseguia dedicar-me tanto numa relação, porque eu já conseguia ver que o outro iria abafar-me, manipular-me; já conseguia ver que o outro estava com desiquílibrios bem maiores que os meus; mas no fim de ver tanta coisa ainda teimava de certa forma em manter esta estranha forma de amar.
Tomei consciência que não quero sofrer mais. Que estou cansada de ser transparente. De ser invisível. De não me darem o benifício da dúvida. De me mentirem, de me sentir traída. Cansada dos pedidos de desculpa e de investir numa relação que eu sei que não é viável e me causa dor. Cansada de idealizar relações que não consigo alcançar, cansada de estar sempre a espera que o outro me veja como sou, que me faça feliz. Cansada de ceder e não ter nada em troca a não ser lágrimas e sofrimento.
Isto sei que não quero para mim.
Não tenho que pedinchar atenção, carinho.
Não tenho que estar sempre com medo que sejam violentos comigo.
Não tenho que me desgastar desta forma nada saudável.
Nem tenho que perdoar todo o mal que me fazem e que eu também inconscientemente permito que me façam.
PEDI AJUDA!!
E estou feliz comigo por finalmente o ter feito.
Tenho vergonha de com esta idade não me sentir uma pessoa estável emocionalmente, mas sei que não vou ficar assim eternamente e que também vou ter um longo caminho pela minha frente. E que vou conseguir vencer e quebrar este ciclo.
Não quero que a minha filha tenha esta herança, porque a amo acima de tudo. A felicidade e assertividade da minha princesa depende de mim.
A minha felicidade está nas minhas mãos e vou fazer tudo para me libertar e finalmente alcançar as metas que tanto desejo.
(e tudo porque tive uma família disfuncional... e pensava eu que tinha tido a capacidade de superar as lacúnas...)
O cansaço era também psicológico, emocional.
Veio tudo em catadupa e senti-me incrívelmente perdida, sem saber mais o que pensar, o que fazer.
O caminho tornou-se de tal maneira penoso, que cheguei a duvidar de mim, insensatamente.
Mas deu-me a coragem para pedir ajuda.
Sózinha já não serei capaz de me organizar internamente. É um sofrimento medonho ter noção de determinadas realidades, ter noção de mim, do que de facto quero e não quero. Mas pior ainda tem sido partir para a acção.
Já há algum tempo que tenho vindo a despertar para o facto de me permitir ser egoísta. E depois da minha primeira consulta de psicoterapia, e de a minha Psicóloga me ter falado no livro "Mulheres que amam demais", revi-me nas palavras do texto. Revi como um filme o que tem sido a minha vida ao longo destes anos. Ultimamente já não me permitia deixar de estar com os meus amigos, ou controlar, porque até nem gosto nada que me controlem. Por isso não faço aos outros o que não gosto que me façam. Já não conseguia dedicar-me tanto numa relação, porque eu já conseguia ver que o outro iria abafar-me, manipular-me; já conseguia ver que o outro estava com desiquílibrios bem maiores que os meus; mas no fim de ver tanta coisa ainda teimava de certa forma em manter esta estranha forma de amar.
Tomei consciência que não quero sofrer mais. Que estou cansada de ser transparente. De ser invisível. De não me darem o benifício da dúvida. De me mentirem, de me sentir traída. Cansada dos pedidos de desculpa e de investir numa relação que eu sei que não é viável e me causa dor. Cansada de idealizar relações que não consigo alcançar, cansada de estar sempre a espera que o outro me veja como sou, que me faça feliz. Cansada de ceder e não ter nada em troca a não ser lágrimas e sofrimento.
Isto sei que não quero para mim.
Não tenho que pedinchar atenção, carinho.
Não tenho que estar sempre com medo que sejam violentos comigo.
Não tenho que me desgastar desta forma nada saudável.
Nem tenho que perdoar todo o mal que me fazem e que eu também inconscientemente permito que me façam.
PEDI AJUDA!!
E estou feliz comigo por finalmente o ter feito.
Tenho vergonha de com esta idade não me sentir uma pessoa estável emocionalmente, mas sei que não vou ficar assim eternamente e que também vou ter um longo caminho pela minha frente. E que vou conseguir vencer e quebrar este ciclo.
Não quero que a minha filha tenha esta herança, porque a amo acima de tudo. A felicidade e assertividade da minha princesa depende de mim.
A minha felicidade está nas minhas mãos e vou fazer tudo para me libertar e finalmente alcançar as metas que tanto desejo.
(e tudo porque tive uma família disfuncional... e pensava eu que tinha tido a capacidade de superar as lacúnas...)
Estranha forma de me "amarem"
De me "amarem"!
Sim!
Porque de facto não me amam como eu idealizo, como eu ambiciono, como eu sonho!!
Tem sido um ciclo de dor e sofrimento até eu ter tomado a decisão difícil de que não há um só culpado. Eu também sou culpada! E basta!!
Amor não é dor!
É verdade.
E quando digo isto, falo a todos os níveis. Nas relações familiares, nas relações de pares, nas relações amorosas.
Com os amigos tive algumas desilusões normais, como todos os comuns mortais. Nada de transcendente, até porque são poucos os que considero meus amigos.
Mas foi e é nas relações familiares e amorosas que tenho tido o maior dos embates e o maior do mau-trato.
Os pais devem e espera-se deles, que favoreçam aos filhos as condições essenciais ao desenvolvimento físico, motor, intelectual, emocional e social.
Enquanto profissional na área social, tão bem identifico as situações de mau trato, abuso, risco e negligência e não fui capaz de identificar de forma assertiva o mau trato e abuso a que era sujeita.
No meu caso, fui tratada por ambos de forma desajustada, com negligência, abuso psicológico e físico e estão a reflectir-se na minha vida enquanto adulta.
Tomei consciência que não posso viver mais desta forma e que não quero ser mal-tratada nunca mais!!
Nunca mais!!
Não quero mais investir em relações fracassadas desde o início.
Instintivamente a voz da consciência sempre me alertou que não iria resultar. Até porque eu sempre tenho "olho clínico" para esse determinado tipo de pessoa (agressor"). E eu teimava como se fosse a minha sina.
Amar o próximo é algo natural que sai dentro de mim, na forma de dedicação, respeito, empenho, solidariedade...
E acabo por fazer mais do que devia.
Cedi muitas vezes a minha essência.
E fui a vítima perfeita!
Ser agredida física, psíquica e verbalmente já não era tão normal! E doía e dói tanto meu Deus!
Como podem aquelas pessoas que eu amo e que dizem que me amam, serem capazes de me maltratarem, serem capazes de tanta violência gratuita?!
E como posso eu amar pessoas assim?!
Era e é um choque.
E era também um hábito.
Um ciclo!
Só tinha que me habituar, pois se me tratam assim é porque mereço, pensava eu!
Era uma menina/mulher feia que concerteza tinha feito alguma coisa errada e depois, se me amam como dizem, então é correcto o que me estão a fazer!
E vinham então os silêncios, as ameaças, as chantagens e as desculpas.
Mil perdões!!
Que não conseguem viver sem mim, que estão arrependidos, que vão mudar, blá, blá, blá, blá, flores, perfumes, jantares, anéis, blá, blá, blá, blá, nova lua de mel!!!
E eu perdoo!
Estúpida!
"Coitados! Não têm culpa e eu até sou bos pessoa e tenho um coração grande e tenho mais é que perdoar por isso mesmo e pelo favor que me fazem em dizer que me amam!!"
Egoístas!!
E vem então o esquecimento tipo flash, do que me magoou e do que me fez chorar lágrimas de sangue.
Voltamos ao princípio e o filme volta a desenrolar-se com o mesmo tipo de final:
humilhada
maltratada
com medo
frustrada
ferida
vazia
amnésica
mecânica!(...)
Porque depois também já nem se lembram.
E a maneira que têm de reconquistar a minha confiança e pessoa, é voltarem ao mau-trato e aos perdões.
Que estranha forma de "amar"!
Foi durante um conflito com ambos os relacionamentos, familiar e amoroso, que se fez um click cá dentro e decidi agir.
Agi pelo cansaço do ciclo.
Agi por estar cansada de me dedicar e só receber estaladas.
Agi por estar farta que abusem de mim!
E quando agi, a resposta foi de extrema violência!
A surpresa que receberam foi de tal ordem, que reagiram negativamente contra a minha decisão de "basta".
Porque no fundo nunca me amaram!
E eu nem sequer sei o que é ser amada de forma saudável!
A zona confortável que lhes proporcionava de mimo, atenção, respeito, dedicação, tinha terminado para eles.
E o nada que me davam continuou a ser monstruosamente nada do que eu queria!
"Naturalmente cuidadora". E abusaram de mim.
Tudo o que eu quero é tão simples:
atenção
amor
colo
carinho
respeito
que cuidem também de mim...
Mas eles não sabem o que isto é.
Eu também não sei o que é ter, mas sei que é isto que quero ter para mim.
Oportunidades?!
Perdão?!
É a mim que terei que dar as oportunidades e os perdões, por todo o mal que permiti que me fizessem.
De facto, quem ama, quem se ama, não esquece e não pode esquecer o mau, o errado, o sofrimento!
E eu tenho que aprender a respeitar-me, a amar-me e a perdoar-me.
Tenho que aprender o que é afinal o AMOR!!!
Sim!
Porque de facto não me amam como eu idealizo, como eu ambiciono, como eu sonho!!
Tem sido um ciclo de dor e sofrimento até eu ter tomado a decisão difícil de que não há um só culpado. Eu também sou culpada! E basta!!
Amor não é dor!
É verdade.
E quando digo isto, falo a todos os níveis. Nas relações familiares, nas relações de pares, nas relações amorosas.
Com os amigos tive algumas desilusões normais, como todos os comuns mortais. Nada de transcendente, até porque são poucos os que considero meus amigos.
Mas foi e é nas relações familiares e amorosas que tenho tido o maior dos embates e o maior do mau-trato.
Os pais devem e espera-se deles, que favoreçam aos filhos as condições essenciais ao desenvolvimento físico, motor, intelectual, emocional e social.
Enquanto profissional na área social, tão bem identifico as situações de mau trato, abuso, risco e negligência e não fui capaz de identificar de forma assertiva o mau trato e abuso a que era sujeita.
No meu caso, fui tratada por ambos de forma desajustada, com negligência, abuso psicológico e físico e estão a reflectir-se na minha vida enquanto adulta.
Tomei consciência que não posso viver mais desta forma e que não quero ser mal-tratada nunca mais!!
Nunca mais!!
Não quero mais investir em relações fracassadas desde o início.
Instintivamente a voz da consciência sempre me alertou que não iria resultar. Até porque eu sempre tenho "olho clínico" para esse determinado tipo de pessoa (agressor"). E eu teimava como se fosse a minha sina.
Amar o próximo é algo natural que sai dentro de mim, na forma de dedicação, respeito, empenho, solidariedade...
E acabo por fazer mais do que devia.
Cedi muitas vezes a minha essência.
E fui a vítima perfeita!
Ser agredida física, psíquica e verbalmente já não era tão normal! E doía e dói tanto meu Deus!
Como podem aquelas pessoas que eu amo e que dizem que me amam, serem capazes de me maltratarem, serem capazes de tanta violência gratuita?!
E como posso eu amar pessoas assim?!
Era e é um choque.
E era também um hábito.
Um ciclo!
Só tinha que me habituar, pois se me tratam assim é porque mereço, pensava eu!
Era uma menina/mulher feia que concerteza tinha feito alguma coisa errada e depois, se me amam como dizem, então é correcto o que me estão a fazer!
E vinham então os silêncios, as ameaças, as chantagens e as desculpas.
Mil perdões!!
Que não conseguem viver sem mim, que estão arrependidos, que vão mudar, blá, blá, blá, blá, flores, perfumes, jantares, anéis, blá, blá, blá, blá, nova lua de mel!!!
E eu perdoo!
Estúpida!
"Coitados! Não têm culpa e eu até sou bos pessoa e tenho um coração grande e tenho mais é que perdoar por isso mesmo e pelo favor que me fazem em dizer que me amam!!"
Egoístas!!
E vem então o esquecimento tipo flash, do que me magoou e do que me fez chorar lágrimas de sangue.
Voltamos ao princípio e o filme volta a desenrolar-se com o mesmo tipo de final:
humilhada
maltratada
com medo
frustrada
ferida
vazia
amnésica
mecânica!(...)
Porque depois também já nem se lembram.
E a maneira que têm de reconquistar a minha confiança e pessoa, é voltarem ao mau-trato e aos perdões.
Que estranha forma de "amar"!
Foi durante um conflito com ambos os relacionamentos, familiar e amoroso, que se fez um click cá dentro e decidi agir.
Agi pelo cansaço do ciclo.
Agi por estar cansada de me dedicar e só receber estaladas.
Agi por estar farta que abusem de mim!
E quando agi, a resposta foi de extrema violência!
A surpresa que receberam foi de tal ordem, que reagiram negativamente contra a minha decisão de "basta".
Porque no fundo nunca me amaram!
E eu nem sequer sei o que é ser amada de forma saudável!
A zona confortável que lhes proporcionava de mimo, atenção, respeito, dedicação, tinha terminado para eles.
E o nada que me davam continuou a ser monstruosamente nada do que eu queria!
"Naturalmente cuidadora". E abusaram de mim.
Tudo o que eu quero é tão simples:
atenção
amor
colo
carinho
respeito
que cuidem também de mim...
Mas eles não sabem o que isto é.
Eu também não sei o que é ter, mas sei que é isto que quero ter para mim.
Oportunidades?!
Perdão?!
É a mim que terei que dar as oportunidades e os perdões, por todo o mal que permiti que me fizessem.
De facto, quem ama, quem se ama, não esquece e não pode esquecer o mau, o errado, o sofrimento!
E eu tenho que aprender a respeitar-me, a amar-me e a perdoar-me.
Tenho que aprender o que é afinal o AMOR!!!
A protagonista
Muito sinceramente, neste momento não estou nada interessada que me digam, "há pessoas piores do que tu!".
Pois há pessoas piores, como há pessoas melhores que eu.
Não quero nem saber!
Quero saber é de mim, isso sim!
Foi por me preocupar tanto com os outros que me esqueci de mim.
Este altuísmo que me condenou a uma vida de pessoas aparentes, passageiras, interesseiras...
Agora só me interesso sobre uma única causa: a minha!!
E se dói despertar?!
Dói que se farta, mas sinto-me cada dia que passa mais leve.
Não tenho que carregar nas costas a dor do mundo, a dor de todos os que se aproximam de mim.
Não tenho que ser sempre a boazinha, a certinha, aquela com quem todos podem sempre contar.
Porque eu sei que sou a amiga.
Mas será que eu posso dizer que tenho amigos??!!
Alguns, muito poucos.
Os outros são meras personagens num capítulo da minha vida.
Mas agora eu passarei a ser a protagonista da minha história.
A protagonista.
Doa a quem doer.
Renascer.
Viver.
Pois há pessoas piores, como há pessoas melhores que eu.
Não quero nem saber!
Quero saber é de mim, isso sim!
Foi por me preocupar tanto com os outros que me esqueci de mim.
Este altuísmo que me condenou a uma vida de pessoas aparentes, passageiras, interesseiras...
Agora só me interesso sobre uma única causa: a minha!!
E se dói despertar?!
Dói que se farta, mas sinto-me cada dia que passa mais leve.
Não tenho que carregar nas costas a dor do mundo, a dor de todos os que se aproximam de mim.
Não tenho que ser sempre a boazinha, a certinha, aquela com quem todos podem sempre contar.
Porque eu sei que sou a amiga.
Mas será que eu posso dizer que tenho amigos??!!
Alguns, muito poucos.
Os outros são meras personagens num capítulo da minha vida.
Mas agora eu passarei a ser a protagonista da minha história.
A protagonista.
Doa a quem doer.
Renascer.
Viver.
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